MONTE DE LEITURAS: blog do Alfredo Monte

22/04/2011

Vão Brown


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DOZE RAZÕES PARA ODIAR DAN BROWN

15.05.09- APÓS 137 capítulos de Anjos e Demônios

1) Porque ele não respeita a regra dos Illuminati: “O caminho estava oculto. Era um quebra-cabeça, construído de tal forma que apenas determinadas pessoas teriam a capacidade de encontrar os marcos”  ou mais adiante: “Podem ter visto e não ter percebido o que viam. Lembra-se dos marcos dos Illuminati? A habilidade para esconder o que está à vista?”  A “arte” de Don Brown consiste em reiterar o óbvio, não desvelar o desconhecido, instigar para o oculto. É um laxante espiritual, não um estimulante.

2)  Porque ele subestima a inteligência dos leitores  ao achar que está lhes prestando um serviço ao inserir informações de forma tosca e não-trabalhada no seu texto (por exemplo nas págs. 22-23 da edição brasileira, a respeito do termo Hassassin, ligado ao assassino da trama: “Seus antepassaos haviam formado um pequeno mas mortífero exército para se efender… hábeis carrascos que percorriam o país trucidando o inimigo onde quer que o encontrassem. Eram afamados não só por seus extermínios brutais, como por celebrá-los entregando-se ao entorpecimento causado pelo uso de drogas. A droga escolhida era uma potente substância inebriante a que chamavam de hashish, o haxixe. À medida que sua notoriedade se espalhava, esses homens letais parecem a ser conhecidos por uma única denominação: Hassassin, literalmente os seguidores do haxixe… Hoje pronuncia-se assassino”´; isso é um texto do autor ou é uma informação “colada” ?)

3)Porque ele só parece trabalhar por fórmulas. Eu li O código da Vinci antes e nele ele utilizou os seguintes elementos de Anjos e Demônios (entre os que colhi até agora):

um assassinato brutal iniciando a intriga;

o assassinado tem uma filha ou neta ou qualquer parentesco que se pense e que é sedutora, além de inteligente, e que vai fazer parte da investigação; aliás, ela está intimamente ligada ao trabalho e à missão do falecido;

há um assassino que é uma espécie de fanático, exaltado pela sua própria missão criminosa;

há mais um expert aleijado, que parece suspeito.

4)  Porque o seu suposto erudito e especialista acadêmico (além de herói das histórias), Robert Langdon, se comporta indignamente, como um brocoió. Dá para imaginar alguém com formação acadêmica (e mais de que os dois neurônios “tico e teco”), quando, na pág. 51, ouve que a cientista está trabalhando em emaranhamento quântico, estudando, para tanto, um cardume de atuns, tendo a seguinte reação basbaque (que é provavelmente a reação do público subestimado ao qual ele certamente representa): “Langdon examinou o rosto de seu anfitrião em busca de qualquer vestígio de humor. Einstein e atuns. Ele começava a se questionar se o avião espacial X-33 não o teria deixado no planeta errado por engano”.Ele deve ter vindo, então, do Planeta Imbecilidade.

Aliás, a visão de Langdon como professor é ridícula. Imagine-se um professor diante de uma classe universitária, “andando diante do quadro negro e comendo uma maçã” (p.205). Parece mais uma tia do primário.

5) Porque ele no fundo se ama. Veja-se a caracterização física de Langdon (que os espectadores nunca imaginariam tendo em vista aquele penteado breguinha e ridículo de Tom Hanks querendo parecer inteligente e culto): “Apesar de não ser propriamente bonito no sentido clássico, Langdon, com seus 45 anos, possuía o que as colegas do sexo feminino classificavam de um encanto erudito, mechas grisalhas misturadas ao espesso cabelo castanho, perspicazes olhos azuis, uma voz grave atraente e o sorriso forte e despreocupado de um atleta universitário”.

6) Porque ele não pode narrar simplesmente (apesar de ser um narrador “simples”). Ele tem de “situar” o leitor em relação a tudo, tutelá-lo em tudo. Os personagens chegam em Roma. Não, eles não podem chegar simplesmente em Roma: “Roma…o caput mundi, onde César um dia reinou, onde São Pedro foi crucificado. O berço da civilização moderna. E em seu âmago… o tique-taque de uma bomba”. Valha-me Deus e todos os orixás! Que coisinha abominável!Em Roma, claro, “a brisa cheirava a café expresso e a massa de torta”.Se fosse na Bahia, cheiraria a vatapá.

7) Porque ele convoca o que há de mais estereotipado em seus personagens . A italiana Vittoria pensando no assassino do seu pai adotivo: “notava algo correndo em seu sanue italiano que nunca sentira antes: o sussurro dos ancestrais sicilianos que defendiam a honra da família com justiça brutal. Vendetta, pensou ela, pela primeira vez compreendendo o verdadeiro sentido da palavra” (209). Porca miséria!

OITO- Porque ele acredita ainda nas “historinhas morais”. Por exemplo, o tenente da guarda suíça Chartrand, na melhor tradição “gafanhoto”, pergunta ao “mestre’, o camerlengo Ventresca (e a coisa se torna mais deliciosa porque ele é o vilão da história, será então que Brown não está tirando uma da nossa cara?): Mestre, se deus é onipotente e benevolente, se ele nos ama, não deveria nos proteger do mal? O camerlengo: Tem filhos, tenente? O tenente responde que não. E o mestre, em sua sabedoria: “Imagine se você tivesse um filho de oito anos. Você o amaria?E faria tudo o que pudesse para evitar que ele sofresse na vida? (e o outro responde “claro”)…E deixaria que ele andasse de skate?”. A essa altura, Chartrand já está “admirado, e responde: “Com certeza deixaria que ele andasse de skate, mas diria a ele para ter cuidado”. O camerlengo: “Quer dizer que, como pai desse menino, você lhe daria uns bons conselhos básicos e deixaria que ele cometesse seus próprios erros?” Chartrand: “Eu não correria atrás dele para mimá-lo” O super-sábio: “E se ele caísse e ralasse o joelho?” Chartrand: “Ele aprenderia a ser mais cuidadoso”. O camerlengo, sorrindo: “Então, quer dizer que, mesmo tendo o poder de interferir e evitar que seu filho sentisse dor, você optaria por demonstrar seu amor deixando-o aprender suas próprias lições”. E assim, Deus como pai é para o ser humano, sniff, sniff…

9) Porque no fundo toda a aventura (e isso não é um defeito só de Dan Brown,já é um pressuposto hollywodiano) é resolvido na porrada. Langdon acaba mesmo é nas vias de fato com o Hassassin (na fonte e na Igreja dos Illuminati). Rambo & Cia dispensariam os adornos eruditos e renascentistas.

10) Porque ele amesquinha Kohler, o suposto vilão, com uma historinha chinfrim de ressentimento contra a igreja devido ao que aconteceu com ele quando jovem (deixando-o paralítico). As pessoas não podem ter meramente aversões ontológicas e intelectuais, tem de ter uma historinha pessoal. Isso também serve para as motivações patológicas do camerlengo, com sua historinha com o Papa (aliás, a explicação de como o assassinado resolveu ter um filho é algo “sem comentários”).

11) Porque Dan Brown age de má fé com os católicos. Várias vezes os personagens sentem “orgulho de ser católicos” diante de algum ato heróico ou grandioso, que mais tarde será transformado no seu reverso. Isso é golpe baixo.

12) Porque não dá para não imaginar como cômica (mesmo sendo uma manipulação dos eventos ) a atitude do camerlengo em gritar para o mundo a célebre frase: “Sobre  esta pedra edificarei minha igreja”. O desenvolvimento da história ajuda muito, mas na hora é difícil ler sem rir.

Razões para gostar (um pouco) de Don Brown

anjos e demônios

(resenha publicada originalmente em A TRIBUNA de Santos, em 16 de maio de 2009)

Sou obrigado a confessar que a leitura preliminar de O Código da Vinci arruinou minha objetividade no julgamento de Anjos e Demônios, fazendo com que reparasse mais nos seus defeitos (transformados em fórmulas pelo livro posterior) e custasse a aceitar suas inegáveis qualidades de enredo  bem arquitetado (e que, tomado em si mesmo, revela bastante engenho). Mesmo assim, tentarei aqui fazer justiça ao que a trama em que Dan Brown criou seu herói erudito, Robert Langdon, tem de melhor e que foi reciclada de forma tão ruim no romance seguinte.

Em primeiro lugar: o prazo. É muito feliz a idéia de criar um limite de tempo em que o tubo com a antimatéria roubada do laboratório do CERN na Suíça (e camuflado na imensidão do Vaticano) causará uma explosão, o que faz com que a ação fique concentrada e ágil (as inverossimilhanças de praxe são irrelevantes numa aventura desse tipo, o que incomoda mesmo são aquelas informações acadêmicas que são “coladas” pelo método mais rudimentar, sem o mínimo trabalho autoral, de forma a que o leitor sinta fraudulentamente que está aprendendo alguma coisa, quando de fato está vivenciando um pastiche do conhecimento; e também a sensação de que, além de demorar um pouco a começar, depois da explosão do artefato, o desfecho se arrasta um pouquinho demais).

Depois, para alívio daqueles que aturaram o pretensioso oportunismo  de O Código da Vinci de estar revelando segredos que abalariam a cristandade e reescrevendo a história oficial, e apesar dos embates entre ciência e religião que embasam a trama (e são a base da ação terrorista e apocalíptica atribuída aos Illuminati), Anjos e Demônios é realmente uma aventura e só: assassinatos ocorrem, há um perigo letal a ser evitado, os mocinhos correm para lá e para cá, desvendam pistas que têm a ver com gênios da humanidade (Galileu, Bernini), mas isso é decorrência da própria substância da conspiração que envolve o Vaticano e seus inimigos, e não uma jornada em direção ao desvendamento de nenhum arcano. No final, o próprio mocinho reconhece que quer mesmo é salvar a mocinha, seqüestrada pelo assassino do cientista que descobriu como criar a antimatéria (pai dela) e de quatro cardeais favoritos na sucessão do Papa, o qual se descobre ter sido envenenado. Ficasse nisso, e tivesse um texto mais bem acabado, teríamos uma obra-prima do gênero.

Por fim, ao contrário do livro que, utilizando pesquisas espúrias, transforma Maria Madalena no Santo Graal, a solução da trama não é grotescamente pífia (reparem que a história de Código da Vinci  não leva a nada, só serve para a mocinha saber que pertence a uma pretensa “linhagem feminina sagrada”), Brown consegue realmente transformar o Vaticano num palco de acontecimentos hecatômbicos, além de divertidos. E até que consegue manter o verdadeiro vilão na sombra quase até o fim, embora utilizando o velho recurso de nos fazer desconfiar do personagem mais antipático, um cientista prepotente e aleijado.

Não quero enfatizar os deslizes de Anjos e Demôniosprincipalmente por ter gostado da sua trama. Só não posso deixar de lamentar que já nesse romance, Brown tem de apelar para uma temerária credibilidade, ao colocar, logo na abertura, “FATOS”, afirmando que os apresentou fidedignamente. Ora, que importância isso teria, se sua ficção (neste caso) é inventiva e auto-suficiente? Quem se importa se o uso que faz de Galileu, Bernini e de suas esculturas, fontes e obeliscos espalhados por Roma seja verdadeiro ou falso? Neste ponto, quando nos convence da verdade da sua mentira, isto é, da sua ficção, ele ainda é um autor com potencial, talentoso. Depois, no seu livro mais divulgado, quando nos tenta convencer de que suas mentiras são verdades, já estamos no reino da lorota e da fraude… ou seja, para usar uma linguagem cara a ele,  no ouro de tolos.

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25 Comentários »

  1. Bem, eu adorei o livro e estou doido para ver o filme. Tem o trailer em http://guiaitalia.wordpress.com/2009/05/11/trailer-do-filme-anjos-e-demonios/
    IRADO!!!!

    Comentário por Andrea Midos — 12/05/2009 @ 20:22 | Responder

  2. Eu achei esse negócio de odiar o Dan Brown um absurdo. Não percebi, em nenhum dos meios em que escreveu, alguma crítica à religião católica. Na verdade, eu o acho inteligentíssimo, e, uma pessoa e como eu e garanto que você também, não seria capaz de escrever livros como estes.

    Comentário por Fernanda — 10/06/2009 @ 17:10 | Responder

  3. gente absurdo apelidoo
    pra vc escreveu tao mal de dan brown concerteza vc tem que ter lido né..
    e nao da pra ler sem gostar um livro que é bem grandinho.
    Ele é e splendido no que faz escreve maravilhosamente bem, e nao nao da pra chega simplesmente em roma. Aquilo que ele passa deixa a leitura mais interessante sim
    E c vc odeia .. nao tem de ver o que é inteligencia ou um livro bem feito.
    Nao tem capacidade e chega as pes de Dan Brown

    Comentário por jane — 23/06/2009 @ 14:52 | Responder

  4. O que você escreveu sobre Dan Brown é pura idiotisse, bobagem, besteira, (e o que mais você preferir)… Dan Brown é um dos maiores gênios da literatura moderna, e se você fala assim tão mal dele é porque sente inveja de não ter um intelecto como o dele! Dan Brown é genial, suas obras são verdadeiras obras de arte! Já li todos os livros dele, e não encontrei nenhum erro “grotesco” que você cita aí!
    Se toca e vai procurar o que fazer! Você pode falar mal de qualquer um… Mas de DAN BROWN não!

    Por favor, responda este cometário! PLIS!

    Comentário por Pedro Lourenço — 10/07/2009 @ 5:16 | Responder

  5. Concordo com o Pedro Lurenço!

    Pedro você foi ótimo, disse tudo! Amooo o Dan Brown e vou enriquecer minha vida com estas leituras,e você que escreveu mal dele deve mesmo procurar o que fazer! E quer uma sugestão? continue a ler também os livros do Dan…mas leia BASTANTE leia meeesmooo, pra ver se muda um pouco essa mentalidade de amendoim torrado.

    Comentário por Elaine — 02/08/2009 @ 0:02 | Responder

  6. caramba, logo se vê que vc não entende nada de Dan Brown. Vc não pode chegar criticando o que vc não conhece, e se vc não gosta dos livros, simplismente não leia, pq não vai fazer nenhuma falta pro Dan. é pura besteira o que vc ta falando, e o que ele escreve no livro dele não é invensão da cabeça dele não, existem milhões de teorias conspiratórias que de certa forma “provam” atraves de fatos históricos que o santo graal e os iluminate podem sim ter existido e feito história, e é isso também que os documentários sobre a igreja católica, sobre opusdei (que eu ja assisti quase todos) e pesquisas feitas por vários hitoriadores, dizem também, então estude antes de falar sobre o que vc não sabe!

    Comentário por vanessa — 04/09/2009 @ 23:25 | Responder

  7. Nossa…umas das melhores leituras que já fiz, ”O jogo do Anjo”.
    Achei bem original, e não teve nada de acontecer coisas previsíveis.
    E a capa, muito boa tbm.
    Achei Carlos Ruiz Muito original mesmo.
    Nenhum mau escritor vende tão bem.

    Comentário por Darlene Barros — 07/12/2009 @ 9:48 | Responder

  8. Oh meu estúpdio, vcs tão pa ai a criticar o dan Brown mas nem em mil vidas voces chegariam aos calcanhares dele. nem em vinte mil ok meus filhos da mãe? vão se f**** porqe devem axar se muito bons, devem. Ninguem dix mal do dan brown estão a perceber?! Voces nao valem nada. Nada!!

    Comentário por Filipa — 11/05/2010 @ 12:13 | Responder

    • Parabéns, a quallidade da sua resposta indica bem o “nível” dos apreciadores de Dan Brown.

      Comentário por alfredomonte — 12/05/2010 @ 16:06 | Responder

  9. O teu mal é inveja.

    Comentário por Sofia — 13/05/2010 @ 12:26 | Responder

  10. Aliás, sim, o teu mal deve ser inveja. O “nível” dos apreciadores de Dan Brown. Deves achar que deves tu deves ter muito mais nível. Olha meu querido, sejas tu quem fores, vê se ganhas juízo. Não há muitos escritores como Dan Brown, que são excelentes, aliás, como já poderás ter reparado pelos comentários feitos ao teu ridículo texto. Se lesses os livros, não dirias isso. Portanto vai dar uma curva. Criticar é fácil mas acredito que não fazes melhor. Beijos para todos.

    Comentário por sofia — 13/05/2010 @ 12:30 | Responder

  11. Se o Senhor é assim tão inteligente deveria reconhecer a sua inferioridade perante este maravilhoso escritor!
    Por muito que o odeie (a propósito poderia esclarecer os seus leitores relativamente à razão desse ódio), tem de reconhecer que ele é um escritor fabuloso!
    Cada escritor tem uma maneira própria de escrever os seus livros, e a de Dan Brown pretende que os leitores fiquem a conhecer algo mais do que a história! Na minha opinião o Senhor é um grandessíssimo invejoso!
    Se pretende ganhar a vida a criticar livros deixo-lhe um conselho: Mais vale dedicar-se à pesca!

    Fique bem!

    Comentário por Inês — 13/05/2010 @ 13:12 | Responder

  12. Concordo com a Ines. Eu sou uma pessoa nervosa, deito as coisas ao calha. mas´ela é perfeita e disse tudo o que eu e todos os leitores do Dan Brown pensamos.
    Quanto a dedicar-se a pesca, conheço umas lojas excelentes onde pode comprar material. Quanto às minhocas que vai usar, você deve ser uma pessoa de um nível tão baixo que as que tem acima de si devem chegar x)
    Peace meu irmão.

    Comentário por sofia — 13/05/2010 @ 13:18 | Responder

    • Dá para ver que cada escritor tem os leitores que merece, pelo nível da educação, expressão e domínio da língua…

      Comentário por alfredomonte — 13/05/2010 @ 13:33 | Responder

  13. Não me venha falar de educação. Sabe, é feio falar das pessoas quando elas não se podem defender pessoalmente. Está para aí a criticar o Dan Brown mas ele nem sequer se pode defender. E quanto ao nível de língua, ninguém se pode armar eem bom e em superior como o senhor para escrever um texto cheio de erros.

    Comentário por sofia — 13/05/2010 @ 14:11 | Responder

  14. O Senhor não tem o direito de ofender dessa maneira a minha amiga!
    Sabe que mais: o senhor não passa de homem (se é que tem tomates… porque eu tenho cá as minhas duvidas) e devia-se matar, porque a única coisa que está cá a fazer é a ocupar espaço!!!

    Comentário por Inês — 13/05/2010 @ 14:12 | Responder

  15. Sim, o texto cheio de erros ao qual eu me estava a referir era ao seu.

    Comentário por sofia — 13/05/2010 @ 14:14 | Responder

  16. Então, o gato comeu lhe a língua? ou ficou sem resposta.
    Bem me parecia.

    Comentário por sofia — 13/05/2010 @ 14:18 | Responder

  17. Oh, faltaram-lhe as palavras…

    Comentário por sofia — 13/05/2010 @ 14:36 | Responder

  18. Mas já que se acha melhor que o Dan Brown, desafio-o a escrever um livro melhor que os dele. Aí vamos ver o seu “nível” e se tem o direito de criticar. Vai aceitar ou prefere meter o rabinho entre as pernas e continuar a criticar quem não se pode defender, e assim mostrar uma falta de “nível” enorme?

    Comentário por sofia — 13/05/2010 @ 15:10 | Responder

  19. Ahahahah o senhor é patético.
    E agora reparei, também está a criticar o Tom Hanks? Quem lhe dera a si ser tão bem parecido e tão bonito como o Dan Brown. Isso é só inveja. Trate-se ok?

    Comentário por sofia — 13/05/2010 @ 15:55 | Responder

  20. Como o Dan Brown ou como o Tom Hanks. É´só inveja não e?

    Comentário por sofia — 13/05/2010 @ 15:57 | Responder

  21. hauhauhauahuaha !

    ri muito, alfredo. beijão.

    Comentário por niltonresende — 22/04/2011 @ 14:48 | Responder

  22. Oi Adorei demais sua resenha…mas vc já leu o livro que está revolucionando a História?….Não!! Então eu te apresento o livro reverso, o qual está sendo usado por Deus, para por em cheque os maiores dogmas religiosos de todos os tempos…..e ao mesmo tempo inverte de forma brutal as teorias cientificas usando dilemas fantásticos.. acesse o link e digite a palavra reverso e de uma conferida na sinopse do livro…ha a capa do livro é linda ela traz o universo de fundo..www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?
    Compartilhe em sua linha do tempo…vamos evangelizar…

    Comentário por juliano cesar de oliveira — 24/05/2014 @ 16:51 | Responder

    • Não sei, amigo, se estou interessado em ler um livro “que está revolucionando a História”, ou que é usado por Deus. Prefiro uma maior modéstia daquilo que leio.

      Comentário por alfredomonte — 24/05/2014 @ 17:45 | Responder


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